COMBRETACEAE

Terminalia argentea Mart.

LC

EOO:

4.036.845,732 Km2

AOO:

724,00 Km2

Endêmica do Brasil:

Detalhes:

Ocorre nos Estados de Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Paraná) (Marquete et al., 2010).

Avaliação de risco:

Ano de avaliação: 2011
Avaliador: Pablo Viany Prieto
Revisor: Tainan Messina
Categoria: LC
Justificativa:

<i>Terminalia argentea</i> é amplamente distribuída no Brasil, ocorrendo tanto na Mata Atlântica quanto no Cerrado e na Caatinga, em diversas Fitofisionomias.

Perfil da espécie:

Obra princeps:

​Descrita em Nov. Gen. Sp. Pl. (Martius) i. 43.

Valor econômico:

Potencial valor econômico: Desconhecido

População:

Flutuação extrema: Sim
Detalhes: Em uma área de 2.500 m² de Cerrado em Cuiabá - MT, foram encontrados cinco indivíduos, que apresentaram valores baixos de densidade e dominância relativas.A espécie foi considerada rara em uma área de 300 m² de mata de galeria no Gama - DF, com 2,3 indivíduos/hectare (Felfili, 1997).

Ecologia:

Biomas: Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado
Fitofisionomia: Florestas semidecíduas, decíduas, cerradão, florestas anãs do semi-árido e de altitude (Oliveira-Filho, 2010). A espécie é encontrada em floresta de galeria cercada por campo limpo de Cerrado (Felfili, 1996).
Habitats: 1.9 Subtropical/Tropical Moist Montane, 2.1 Dry Savanna
Detalhes: Terminalia argentea foi considerada como um indicador de solos ricos em cálcio no cerrado, sendo encontrada em solos mesotróficos (Haridasan, 1992). A espécie possui crescimento lento, é intolerante à sombra e afetada por geadas, em uma área de cerrado na Estação Ecológica de Assis, Assis - SP (Guerin, 2010). A espécie como secundária inicial em área restaurada no município de Iracemápolis - SP (Siqueira, 2002).

Ações de conservação (2):

Ação Situação
1.2.1.3 Sub-national level on going
A espécie foi considerada Em Perigo (EN) na Lista vermelha da flora do Paraná (SEMA/GTZ, 1995).
Ação Situação
4.1 Maintenance/Conservation needed
A espécie ocorre na região de endemismo que compreende o sul da Bahia até o rio Doce, em Linhares. Nesta região, as matas de cacau cobrem mais de 80% das florestas e assim deveriam ser protegidas por uma categoria de uso direto, como Área de Proteção Ambiental (Rolim et al., 2006).